A faixa de ar que envolve a Terra não é uniforme. Ela é dividida em camadas com características próprias, que influenciam desde o clima e a formação de nuvens até a proteção contra parte da radiação solar e a entrada de meteoros. De acordo com a NASA, as principais camadas são troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera.
Na troposfera, camada mais próxima da superfície, ocorre quase todo o tempo atmosférico percebido no dia a dia, como chuva, vento e formação de nuvens. É também a região em que vivemos e respiramos, concentrando a maior parte da massa do ar atmosférico.
Logo acima está a estratosfera, onde fica a chamada camada de ozônio. Segundo a NOAA e a UCAR, essa faixa é importante porque o ozônio absorve grande parte da radiação ultravioleta do Sol, reduzindo seus efeitos sobre a superfície terrestre.
A mesosfera é conhecida por ser a região em que muitos meteoros se queimam antes de chegar ao solo. Esse processo ocorre quando fragmentos vindos do espaço entram na atmosfera em alta velocidade e encontram maior resistência do ar.
Mais acima, a termosfera abriga fenômenos como as auroras, visíveis em latitudes elevadas, e parte dos equipamentos em órbita baixa da Terra. A NASA informa que essa camada está entre as regiões mais externas da atmosfera e sofre forte influência da atividade solar.
Na extremidade superior está a exosfera, considerada a camada mais externa da atmosfera terrestre e uma área de transição para o espaço. Nessa região, as partículas gasosas ficam extremamente dispersas.
Embora muitas vezes seja lembrado apenas como o espaço azul visto da superfície, o céu encobre uma estrutura complexa e decisiva para a existência da vida. Além de sustentar fenômenos meteorológicos e ajudar a regular condições ambientais, a atmosfera funciona como uma barreira natural de proteção para o planeta.
Crédito das informações: NASA, NOAA e UCAR.
Observação: a ideia de comparar a atmosfera a um “bolo de camadas” aparece em material educativo da NASA.