Seleção de Ancelotti encara o Equador para devolver a esperança à torcida

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Enfim, chegou o momento. Sob a batuta de Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira começa a partir das 20h (de Brasília) desta quinta-feira (5) uma nova era. No Monumental de Guayaquil, o Brasil encara o Equador tentando encaminhar a classificação matemática à Copa do Mundo de 2026, e, sobretudo, devolver a confiança ao torcedor.

Apresentado há dez dias, Ancelotti já parece bem à vontade na Seleção Brasileira. Passou os primeiros sete dias em um intensivão de futebol brasileiro, com idas a três estádios e à Granja Comary. E, desde segunda-feira (2), comandou três treinos e conversou muito com os jogadores.

— Espero que tenhamos uma equipe que compita, que lute, que apresente bom futebol, que seja capaz de mostrar o futebol que temos. Todos têm uma capacidade extraordinária, e esperamos ver isso— disse Ancelotti nessa quarta-feira, em uma concorrida entrevista coletiva concedida no hotel da Seleção, em Guayaquil.

O treinador sabe que, além da melhora na tabela de classificação, uma vitória com bom futebol terá reflexo também no ânimo da torcida. Quarto colocado na tabela de classificação, o Brasil vem de uma vexatória goleada por 4 a 1 na Argentina no último jogo e há muito tempo não empolga a torcida.

 — A verdade é que, pelas últimas partidas da equipe nacional, pode ser que seja normal essa aflição, que o torcedor não esteja feliz. Obviamente, perder para a Argentina, como eles perderam, não foi bom — reconheceu o treinador da Seleção Brasileira. — Mas temos que seguir em frente, com gana e com ilusão. Tudo o que queremos é que a equipe nacional do Brasil seja a protagonista no próximo Mundial.

Ancelotti faz mistério sobre time e capitão da Seleção

Ancelotti não revelou o time que irá a campo nesta quinta-feira, tampouco antecipou quem ficará com a braçadeira de capitão. O treinador da Seleção justificou que antes precisava repassar as informações aos jogadores, o que acontecerá pela manhã.

Nos três treinos que comandou até aqui, dos quais apenas dois com grupo completo, o treinador testou formações diferentes, sempre em atividades fechadas. Sem Raphinha, a tendência é que Estêvão comece entre os titulares e forme o ataque ao lado de Richarlison e Vini Jr.

Ele (Estêvão) tem um talento especial, extraordinário, e tem coisas a aprender. O caráter parece ser de um garoto humilde, bom, com gana, personalidade — disse Ancelotti. — Digo sempre que com jogadores jovens temos que ter cuidado, paciência, para buscar sua posição, mas é óbvio que ele tem todas as características para ser o futuro da Seleção.

 


FONTE: msn.com.br
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